
Entre os meses de março e junho de 2026, a Gerência de Saúde Ambiental (GESAM), vinculada à Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado de Santa Catarina (DIVS/SC), promoveu uma série de reuniões de alinhamento com os 15 municípios prioritários do estado e suas respectivas Regionais de Saúde, tendo como pauta o Programa de Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos de Santa Catarina (VSPEA/SC).
O principal objetivo das reuniões foi aproximar a gestão estadual da realidade local, conhecendo de perto os municípios participantes, além de acompanhar e verificar o andamento das ações que já haviam sido pactuadas nos anos anteriores As reuniões contemplaram municípios estratégicos distribuídos por diversas regiões do estado: Lauro Müller (Regional de Saúde de Criciúma), Antônio Carlos (Regional de Saúde da Grande Florianópolis), Imbuia, Ituporanga e Santa Terezinha (Regional de Saúde de Rio do Sul), Concórdia (Regional de Saúde de Concórdia), Campos Novos (Regional de Saúde de Joaçaba), Abelardo Luz (Regional de Saúde de Xanxerê), Palmitos (Regional de Saúde de Chapecó), São José do Cedro (Regional de Saúde de São Miguel do Oeste), Irineópolis, Mafra, Itaiópolis, Papanduva e Canoinhas (Regional de Saúde de Mafra).
Participaram profissionais dos setores de Vigilância Sanitária, Vigilância Epidemiológica, Atenção Primária de Saúde dos municípios acima citados e das Regionais de Saúde, entre outros setores do estado de Santa Catarina que estão diretamente envolvidos com os agricultores, como a Cidasc e Epagri. A iniciativa buscou fortalecer a integração entre os setores responsáveis pela implantação e coordenação das ações que devem ser desenvolvidas pelo município, com foco na prevenção da saúde da população, visando promover a qualidade de vida. É preciso lembrar que, segundo as diretrizes do Ministério da Saúde (MS), para considerar a VSPEA efetivamente implantada nos municípios prioritários, exige-se o cumprimnto de três requisitos fundamentais:
- Criação de Grupo de Trabalho (GT) ou estrutura similar para gestão do programa no município.
- Elaboração de um Plano de Ação específico voltado às especificidades do território.
- Notificação regular dos casos de intoxicação exógena por agrotóxicos nos sistemas de informação do SUS (SINAN).
